Relatos de maus-tratos
Você viu um animal em situação de maus-tratos e ficou com duas dúvidas: a quem contar e o que acontece com você depois. O medo de exposição faz muita gente desistir de registrar.
Como funciona
- Registre o que você presenciou: fotos, grau de urgência e local.
- O registro gera um protocolo, visível apenas para você no aplicativo.
- Nos municípios que aderirem à plataforma, o relato é encaminhado automaticamente ao setor responsável pela gestão municipal.
- Você acompanha o andamento pelo protocolo, dentro do aplicativo.
Como seus dados são tratados
Seus dados não são exibidos à pessoa citada nem aos demais usuários. O acesso é restrito a você, ao responsável designado pelo caso e à administração da plataforma, com regras aplicadas no próprio banco de dados.
Relatos são tratados como situações a apurar, não como acusações. Indícios de crime podem ser comunicados às autoridades competentes, nos termos da lei e da Política de Privacidade.
O que você precisa
Conta no aplicativo e, para anexar fotos, acesso à câmera ou à galeria no momento do registro.
O que esta funcionalidade não faz
- Não substitui a polícia, o Ministério Público nem os órgãos de fiscalização.
- Não determina o resgate nem a retirada do animal.
- Não garante o desfecho do caso.
- Não permite o anonimato absoluto: seus dados existem no sistema, com acesso restrito.
Para quem é
Qualquer pessoa que tenha presenciado uma possível situação de maus-tratos.
Perguntas frequentes
Minha identidade aparece para a pessoa citada?
Não, nem para ela nem para outros usuários.
E se eu estiver enganado?
Relatos são tratados como situações a apurar. Registre o que você presenciou, sem afirmar o que não viu.
O que acontece se não houver adesão do meu município?
O relato fica registrado com protocolo na plataforma, mas o encaminhamento ao setor municipal depende de adesão.